top of page

Tem chamado nossa atenção o grande enfoque que a mídia dá aos aspectos negativos do comportamento social do jovem e o destaque menor aos movimentos deste mesmo jovem como cidadão participativo e responsável assumindo posturas decisivas na construção de um mundo melhor.

Hoje os jovens assumem responsabilidades. Mais cedo respondem por seus atos.

Uma jornada tão variada e importante de incentivo e preparação ao jovem como a proposta pela Prefeitura de Vitória merece nossos aplausos mas só se sustentará no confronto de outras diversas experiências já implantadas em nosso estado. Para estimular a discussão, sugerir reflexões e garantir os objetivos propostos é preciso conhecer os resultados de projetos já implantados com muitos deles já alcançando excelentes resultados.

Toda civilização democrática se origina da pluralidade de agentes educativos que precisam conhecer as necessidades da sociedade para responder corretamente às expectativas da comunidade social e influir positivamente sobre a formação das novas gerações. Uma sociedade democrática auxilia e controla as ações governamentais.

Qualquer sistema educativo oferece à comunidade serviço indispensável por isto deve integrar recursos e empreedimentos humanos e materiais que garantam a eficiência de projetos de construção da Pátria Grande que sonhamos.

Muitas esperanças estão depositadas no projeto da municipalidade e para o pleno sucesso só resta a todos colocar a mão na massa lembrando que educação sustenta a democracia enquanto atitude: na família, nas ruas, escolas no dia a dia.

BRINCADEIRA DE CRIANÇA

Ah! lembranças dos verdes mares, das praias de areias brancas... os piques e companheiros, banhos no rio Formate, pescarias de peneira, dos sussurros de duendes, da lagarta em seu casulo, da formiga trabalhadeira...

Tudo guardado numa caixinha de fósforo sem esquecer nem perder um só devaneio. Todo momento especial aconchegado, enrolado, arquivado para ser aberto, revivido em momentos especiais como lembranças de um convívio que pode ser legal.

Era uma vez... quando eu era pequenina do tamanho de um botão, guardava papai no bolso e mamãe no coração...

Não havia televisão. Rádio? só na bateria pra gente grande.

O coração batia forte quando a noite chegava e a mamãe não aparecia...

Trovoada? dava medo que nem bicho papão!

Nas lojas de Vitória não havia brinquedos comprados. Brinquedos de loja só para uns, e bem poucos...Carrinhos de lata, bonecas que nem Emília era a alegria da garotada. Brincadeira de roda, pique, amarelinha, soltar pipa, jogar belisca, bolinha e pião... tudo feito por mãozinhas, aprendidos com os maiores.

Jogo de botão ficava lindo! Feito com esmero e casca de coco seco, raspado com caco de vidro, era amado, lustrado, acariciado com flanela até ficar bem brilhante. Uma belezura! E havia até exposição para escolher o mais bonito.

E não me venham falar brincadeira de menino!

Quando se achava um pedaço de mármore era hora de construir as beliscas. Ficavam redondinhas e todas iguais. Construídas com carinho eram ainda mais amadas que os saquinhos de areia feitos pela vovó Mãezinha.

Bolas de gude! verdes azuis, brancas, amarelas como lindo carrossel. Pode existir jogo mais belo e divertido? A gudeira era procurada com persistência de craque. A mais disputada tinha tamanho certo e pintura de artista. Dava status a quem a conquistasse.

Bonecas? Recortava-se de revistas as fotos mais bonitas para vestir com trapos coloridos e compor a Emília de cada sonho. O sabugo de milho seco e debulhado tinha vida na fértil imaginação infantil. As meninas faziam comidinhas, enfeitavam a casa no maravilhoso mundo do faz-de-conta (como do Visconde de Sabugosa e da Emília do Lobato).

E os animais feitos de batata e palitos? Tinham vida as fazendas e os sítios povoados por estes seres fantásticos.

As caixas de fósforos eram como caixinhas de surpresas. Sonhos, mistérios guardados, envoltos em papel de simples cor, com muita imaginação eram trenzinhos, caminhões ou mobília completa para a casinha das bonecas. Fazia-se também avião, cadeira ou mesa.

Com apenas uma caixa vazia guardava-se os sonhos, as inquietações e rumores que amedrontavam. Fantasias da infância, amores adolescentes que não voltam mais.



5 de dez. de 2017

O poeta ao poetar transpira emoção. É ser refulgente. Embeleza o mundo, reconstrói o

real trabalhando o imaginário. Busca no outro o amor sublime da vida, a rosa

oculta no jardim, a melodiosa tarde empassarada...

Admira o belo! Simplesmente, o belo sem julgamentos,

nem sei se por intuição ou se por conceitos racionais, mas admira.

Vai além... muito além...

Além da Terra, além do céu, fora do sistema Solar.

Poeta é um ser iluminado capaz de ouvir o farfalhar de folhas orvalhadas,

o marulhar de águas encantadas... O ruído de Sol ao nascer, um coração solitário a bater.

Poeta é um prosador iluminado? Ou iluminado é o prosador que se ilumina no poeta?

A todos digo sinceramente, não se espantem, é segredo meu, mas vou contar:

_ Possuo um cofrinho que guardo como tesouro,

trancado com sete chaves,

bem lacrado com fios de ouro.

Nele prendo meus ais,(onde estão os deuses meus?).

As dores do meu viver (qual será o meu caminhar?).

As alegrias liberto sempre

(para encantar o mundo desencantado),

só prendo a negritude.dos dissabores.

Às vezes, de tão cheio, meu cofrinho quase se rompe.

Com cuidado, eu o abro, de..va..ga...ri...nho...

Liberto um a um os demônios,

brinco com eles,

domino-os

e me deixo conduzir.

Liberto o imaginário...

Escrevo..

Escrever faz parte, é incontrolável,

direito irreprimível, irrenunciável, intransferível.

Os textos brotam,

tomam o caminho da respiração.

É a necessidade de me expressar,

combater conflitos e dramas humanos,

pela palavra, recrio a vida

para não me deixar explodir...

Depois?

Depois retorno, leve, livre, solta encontro horizontes,

revivo o Sagrado.

30 de mai. de 2017

Vitória não é uma cidade comum! É a cidade sol e tem um céu sempre azul.

Do verde ao vermelho, tudo é quente, como a natureza extrovertida de nosso povo.

Possui maravilhas naturais ao alcance de todos!

Nossos montes, nossas matas e praças protegem nossas fontes e ilhas.

Verdes matas...

Praças contornando praias...

Ilhas exibindo praias...

Praias coloridas pelo pincel do Sagrado.

Tudo é de uma perfeição tão absoluta, como que divina!

E é só desfrutar.

Quem vem a Vitória vivencia, com gosto e satisfação, a criança, o jovem e o idoso caminhando saudáveis por calçadões e areias brancas de nossas praias.

Vitória tem pássaros cantando, sol cintilando no balanço das ondas do mar.

Nossas praias são tão claras, ornadas com folhagens e flores raras que esparramam pelo chão e as areias escondem as tocas dos guruçás.

O litoral capixaba tem praias, praias lindas, bem brasileiras, de uma beleza sem par.

Você pode escolher! Em qual prefere ficar?

É muito bom acordar cedo, sentir o mar acariciando o corpo, o vento batendo no rosto, apreciar o nascer do sol em manhã radiosa, espreguiçar na areia limpinha.

Encantar-se com respingo do sol piscando no mar... mergulhar na pluralidade de nossas praias.

Algumas de nossas praias, qual moça solteira, são virgens ornadas de todo verde, à espera de visitantes. Se você duvida, vem e comprove.

As praias de águas frias, lá para o sul, são encantadas, e as de águas quentes, ficam para o lado norte, todas com seus encontros marcados.

Muito bem frequentadas, recebem gente do mundo inteiro, oferecem aos visitantes grandes oportunidades de diversão e até, podem crer, a possibilidade de esporte praticar.

Chegando na capital, temos logo a praia de Camburi. Bastante frequentada, tem a melhor estrutura hoteleira. Em seu calçadão passeiam jovens e adultos e todo capixaba frequenta para a prática da caminhada.

O praticante e entusiasta de esportes pode participar de eventos esportivos onde atletas nacionais e internacionais disputam na areia de Camburi, aplausos e medalhas.

Em grandes eventos desfilam craques no futebol e do vôlei.

As baías que formam as praias deixam o mar calmo, sem ondulações favore campeonatos náuticos como a canoa havaiana.

Em dias claros os barcos a vela colorem as águas.

Bares e restaurantes e hotéis, de frente ao extenso calçadão de Camburi, compõem o belo cenário.

A Praia da Curva da Jurema tem conchinhas em suas areias quentes trazidas pelo mar sereno que a areia vem beijar.

E a praia da Ilha do Boi? E a do Frade quase em frente da Virgem, todas de beleza sem igual.

A do Suá, de frente para o Convento, é conhecida dos pescadores que chegam bem cedinho, com a pescaria do dia, que vendem no mercado.

Em junho, pescadores devotos de São Pedro, o Grande Pescador de Almas, saem em suas lanchas em carreata que levam o Santo que será coroado.

Os passeios de escuna possibilitam passeios ao redor da ilha para conhecer nossas praias e apreciar o maior manguezal urbano do País.

Com tanta graça e beleza, Vitória não é uma cidade comum.

Venham todos para descobrir a melhor forma de desfrutar a vida.

Envie seu email

Seus detalhes foram enviados com sucesso!

bottom of page