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3 de jun. de 2015

A noite se faz luar.

Quietude gostosa.

Em mim uma canção de ninar

Meu pensamento voa distante.

Percorri campos e mares

Alcancei o infinito.

Uma estrelinha dourada

Envolta em magia

De amigo me chamou

Cheia de sedução

Nos meus braços se aninhou

Seu eterno brilho

Sua beleza inconfundível

Não me seduziram

A deixei chorando.

Acordei sorrindo.

3 de jun. de 2015

A minha vida

longa vivida

muitas lembranças me traz

há tantas belezas

que certas tristezas

vão ficando atrás.

Deixe que eu cante

esse lugar fascinante

ar puro, águas cristalinas

que vem do mato a correr.

Deixe que eu cante

o remanso dessas águas

leito macio aconchegante

sol a redoirar meu corpo

que flutua, descansa.

Deixe que eu cante

a brisa, o sonho relaxante

a natureza em Deus.

Deixe que eu cante

as noites enluaradas

estradas percorridas

arrobas da juventude

arrebatamento da vida

Fantasias dos sonhos meus.

3 de jun. de 2015

Jamais deixarei o tempo levar

as lembranças

da minha terra natal.

O cheiro do mato,

o canto da passarada

as águas cantantes

do ribeirinho.

As manhãs radiosas

a brisa refrescante

que vinha dos laranjais.

Relíquias valiosas

são lembranças recheados

de muito amor e carinho.

Sem adulterar estes sentimentos

dobro a esquina

acompanhando os novos acontecimentos,

processos rápidos de evolução.

Valorizo o tempo, a vida.

Em termos pessoais.

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