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3 de jun. de 2015

Homem do campo

Bandeirante anônimo

Raiz, pedra, chão

Por tal esforço erguido

Alto bem alto

Quem sabe a Deus

Quem sabe?

De um trabalho árduo

De uma paixão dedicada

Surge a terra

Panorama

Menina dos olhos seus

Dama

Ah! Recanto de águas mansas

Aprazível Fazenda

Fantasia de criança

Homem do campo

Bandeirante anônimo

Raiz, pedra, chão

Relembrança,

Emoção.

3 de jun. de 2015

Deus, infinita sabedoria

Em momento de contemplação

Em êxtase de esplendor

Fez o coração de mãe

Fonte eterna de ternura

Carinho todo inteiro

Templo abnegado de amor

Profundo, verdadeiro

Renascendo a cada dia

Sem dúvidas, sem incertezas.

O mais puro dos sentimentos

Nada o abate, nada deprecia

Capaz de vencer o próprio tempo

Esse amor mãe querida

É farol de maior brilho

Que orienta e ameniza

O caminho dos seus filhos.

3 de jun. de 2015

(07/2012)

Tarde de verão.

Sentada na areia da praia

Contemplo a lua

Esplendorosa, bela

Surgindo na imensidão.

Uma angústia aperta meu peito

Ninguém pra me consolar.

O meu coração chora

Nada me impede

O meu direito de pensar.

Meu pensamento voa

Voa distante

Procurando encontrar

Uma alma amante

Para me consolar

Deixa que eu cante

Tal um boêmio vadio

Em noite de luar.

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